Fico reparando as fotos das pessoas nos perfis sociais orkutianos, facebookeanos e twitteranos da vida. Como todos se esforçam para parecer diferente. Ninguém quer nunca ser igual a ninguém. Pelo menos ninguém comum, afinal não é ruim se parecer com o David Beckham ou a Megam Fox. Mas parecer com o Zé Povinho…
Interessante que é nessa afã de ser diferente que nos igualamos. Nos esforçamos tanto em marcar nosso território, em personalizar tudo que quando chegamos a excelência disso nos taxam de malucos (excêntrico se você tiver dinheiro).
É louco essa coisa das redes “sociais” pois elas fazem totalmente o oposto do que vem a ser a ideia de sociabilidade. Moro em um prédio onde as pessoas (me parece que em sua maioria estudantes) abaixam a cabeça pra não ter que te dar um bom dia. Certamente, se as encontrasse no Orkut-Facebook-Twitter da vida, elas seriam bem mais receptivas. Claro que temos que dar um desconto pra cultura do baiano, que é um povo muito mal-educado. Mas mesmo assim… é demais.Até pra um baiano.
Daqui a pouco vão me acusar de “racismo” por apenas ressaltar uma das tantas características da cultura de um povo. Os caras são assim, são ariscos e tal…
Mas voltando… Fico perplexo como a era das redes sociais tornaram as pessoas anti-sociais. As pessoas não sacaram que as novas tecnologias são ferramentas para complementar os relacionamentos, não substituí-los.
Vou ter que parar….chuva torrencial com relampagos..vou olhar pois adoro relampagos.